Archive | julho 2013

Opinião: Porque eu acredito que os cristãos não deveriam protestar contra o estado.

Imagem

Sim, eu creio veemente que o cristão deve manter distância de protestos acerca de fatores políticos. Chocante? Sim, mas direi aqui minhas razões, e elas não são só bíblicas, mas também históricas. E no final, acabarei fazendo uma junção dos dois fatores. Vamos lá…

Razões bíblicas:

1- “Meu Reino não é deste mundo”:

Você pode até pensar que essa declaração feita pelo próprio Cristo não tenha nada a ver com protestos, mas, farei você repensar…

“Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo jaz no maligno.”
1 João 5:19

Talvez muitos ainda não consigam ver o real significado desse versículo, achando que Jesus só quis dizer que as pessoas são más. Aqui é nos dada uma revelação, e a mensagem dessa revelação não é nova, pois ajuda a compreender o porque Cristo trouxe o Reino de Deus, ao invés de um reino terreno, uma religião, uma denominação ou então a restauração do reino de Israel. Cristo sofreu na mão dos seus e os verdadeiros crentes sofreram nas mãos de diversos impérios e estados ao longo de 2000 anos. Impérios que, muitas das vezes, eram ora potências, outrora estados mais fracos, não importavam o grau, pois o mundo inteiro jaz.

O mundo jaz no maligno desde que Adão comeu o fruto proibido e por meio disso entregou a satanás o poder que ele tem sobre a humanidade. Jesus em outra ocasião viu todos os reinos da Terra numa visão sob um alto monte; visão dada pelo próprio diabo para tentá-lo. E além de tentá-lo, o próprio nos revelou que todo o mundo era dele e que ele dá a quem ele quiser. Não é diferente nos dias atuais.

2- Jesus e os impostos romanos:

“E enviaram-lhe os seus discípulos, com os herodianos, dizendo: Mestre, bem sabemos que és verdadeiro, e ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas a aparência dos homens.
Dize-nos, pois, que te parece? É lícito pagar o tributo a César, ou não?
Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Por que me experimentais, hipócritas?
Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro.
E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição?
Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
E eles, ouvindo isto, maravilharam-se, e, deixando-o, se retiraram.”

Mateus 22:16-22

Claro, nenhum cidadão honesto sonegaria impostos, quanto mais cristãos. Mas atentemos para esse ensinamento; além de Jesus ter dito claramente que sonegação de impostos é um crime e que não deve ser feito por ninguém, Jesus também deixa claro que devemos cumprir nossas obrigações como cidadãos e nos conformarmos com tal coisa. Afirmo essa “conformação” porque Cristo nos ensinou a focarmos nas coisas do Reino e não nos erros deste mundo, e Jesus sempre combateu os pecados, pois eles são as raízes de todos os males do mundo (cortar o mal pela raiz é sempre a estratégia certa, que o mundo não segue). Ok, depois continuarei essa parte…

3- Cristo faria protestos?

Eu não consigo imaginar vendo Cristo fazendo protestos contra um órgão que ele sabia melhor do que ninguém ser dominado pela corrupção e pelos principados de demônios por detrás de cada estado da Terra. Cristo e os apóstolos nos ensinam o tempo inteiro que este mundo com seus estados e poderes é traiçoeiro. Nos mostra que esta rede de poder que rege este mundo é uma rede guiada por demônios e que por mais que hajam lutas e protestos, este mundo permanecerá no maligno e seus planos continuarão em andamento.

E sendo assim, protesto e luta nenhuma abalará o reino das trevas que rege este mundo tenebroso.

——————————————————————————————————–

Agora, as razões históricas e fatos…

1- O mundo sempre foi um círculo vicioso de problemas:

Para entender melhor, peço que leiam este artigo que eu escrevi.

2- A massa SEMPRE será manipulada: 

Desde a revolução francesa, as massas envolvidas nos protestos da era contemporânea são manipuladas pelas mais sutis intenções, entenda melhor lendo esse outro artigo.

Um grande exemplo disso são os atuais protestos no Brasil, que fora maquinada pela esquerda brasileira. O MPL (Movimento Passe Livre) é de orientação marxista e recebeu apoio direto de partidos comunistas aliados ao PT. ( Ver aqui e aqui). Ele foi o gatilho de todo esse movimento. Mesmo que o MPL tenha saído da jogada, eles já concluíram o seu papel, que era disseminar os protestos e, ainda mais importante, culpar os conservadores de terem se infiltrado nos protestos (o que foi de grande agrado aos comunistas).

O PT, que é agência da ONU e da maçonaria, deseja mesmo que junto com as manifestações pacíficas, mais caos se espalhem também (um dia faço uma matéria mais específica acerca disso). A maçonaria manda no mundo ocidental e ela controla todas as desgraças que acontecem nos países.

(Obs: apesar do título do vídeo ser “maçonaria evangélica”, essa primeira parte trata da história da maçonaria com base histórica escrita pelos próprios maçons. Recomendo assistir!)

3- Quando o povo se torna revoltado, ele tem uma tênue queda para fazer escolhas erradas:

Sim, isso é um fato. Muitos acontecimentos na história mostraram que o povo, sedento por justiça e melhorias, apoiam atitudes e políticas que muitas vezes são assassinas. Exemplos disso ocorreram na Revolução Francesa (como citei), na revolução russa (ocasião em que a Rússia se tornou o que viria ser depois como um dos estados mais assassinos do mundo, a URSS), e a Alemanha Nazista de Hitler, altamente apoiada pelo povo.

Mas claro, você pode pensar que num mundo mais civilizado como o de hoje em dia, tais coisas não poderiam acontecer. Mas eu tenho más notícias rs. A primeira é que o mundo não está tão civilizado como dizem e as ideologias continuam em constante avanço (lhe apresento este meu outro artigo).

Resumindo…

Ainda que eu fosse ateu (o que NUNCA irá acontecer, rs), eu não mudaria minha forma de pensar. A história por si só me mostra que o homem é tão impossível de transformar o mundo em um lugar agradável quanto sacrificar suas próprias cobiças para o bem comum. Colocando o evangelho nesse contexto, ele me dá ainda mais razões para não crer em tais hipóteses.

O que adianta lutar por algo impossível de conquistar? O que adianta exigir que o estado melhore sua administração se o marxismo cultural opera com rigor em nossa educação e em nossas crianças? O que adianta tentar mudar um país que está a merce dos planos maléficos da ONU? (as diretrizes de educação mesmo são um exemplo, muitas delas vem da ONU).

E ainda que houvesse êxito, o transporte público melhoraria, os preços abaixariam, e a corrupção diminuiria… Não se iludam, os propósitos da agenda global continuaram prosseguindo e os demônios continuaram dirigindo tudo isso, e eles não se abalam com protestos.

O estado é como um polvo; possui vários tentáculos, e ele é forte demais. Para nós, cristãos, devemos ter em mente que, tudo que ocorre de ruim no Brasil e no mundo é tudo planos arquitetados pelo reino das trevas com um só propósito:  Abrir caminho para o anti-cristo e suas agendas globais (um dia trarei um estudo sobre isso também, mas aqui vai uma amostra grátis de ameaça tirânica da ONU).

Dá para negar esses fatos? Dá para dizer que é loucura? Para alguns, tudo isso não passa de uma mera coincidência…

Amado, espero que ao ler esse longo post, você possa refletir sobre seus conceitos e enxergar que, não temos esperanças nesse mundo corrupto, mas nossas esperanças estão todas no maior de todos os reinos, o de Deus.

“Um abismo chama outro abismo…”. Uma visão da humanidade baseada em Salmos 42:7 (parte 1, visão da história humana).

A queda do homem, por Jacob Jordaens.

“Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim.”    Salmos 42:7

Introdução

Meu objetivo com estas matérias é mostrar de uma maneira inteligente a ligação entre os “abismos” que o homem causa com a história humana, de Adão e Eva até os dias de hoje. Desde que o homem adquiriu pecado, ele construiu a humanidade com erros e acertos. Mas infelizmente, os erros sempre prevaleceram e a humanidade é o que é por causa do pecado.

Dentre os pecados humanos – a cobiça, a avareza, a inveja –  esses estiveram no comando da maior parte dos erros que marcaram a humanidade e a moldaram.

Os abismos criados pelo homem durante a história

A história é marcada de guerras, assassinatos, revoluções e barbáries e justamente os pecados anteriormente citados estão por trás de todos esses fatos lamentáveis. Estudando a história das civilizações, você verá que tudo isso que temos hoje; ou seja, países, cidades, patrimônios históricos (e etc…) muitas das vezes foram construídas com muito sangue, suor e violência. Todas as civilizações, por mais distante que estejam umas das outras, lutaram por uma coisa em comum: Poder e Glória.

Mas o homem, pelas suas limitações (e soberba) não foi capaz de calcular as desastrosas consequências de suas vitórias, e é agora que irei aplicar pela primeira vez nesta análise de como o “abismo” citado em Sl 42;7 se aplica…

1- Os sucessivos impérios, estados e governos:

Os Césares romanos (imperadores).

Desde os tempos mais remotos, povos e civilizações se depararam com a importância de uma liderança forte e sólida, nas tribos haviam os chefes, nos reinos os reis, nos impérios os imperadores e assim suscetivamente. Nos tempos mais remotos, alguns povos viram a necessidade de “evoluir”, e assim, alguns deles construíram grandes impérios, mas com o nascimento da democracia na Grécia e a República em Roma, o mundo repensou a sua forma de fazer política. Se nas épocas anteriores a essas duas filosofias políticas os governadores deste mundo já falavam de melhores condições para os povos, depois com o advento da democracia e da república tais promessas foram ainda mais encorajadas.

A república tem como doutrina base desde a sua criação a eleição de líderes pelo voto popular. O conceito de democracia possui pontos iguais, dentre elas está a garantia de que tal líder será eleito pelo povo (democracia = governo do povo, do grego). Com estas novas visões no mundo ocidental, se esperava que as coisas fossem melhorar, mas não foi isso o que aconteceu…

As manipulações políticas e guerras internas continuaram e cada vez mais que os conceitos democráticos se espalhavam, mais injustiças eram cometidas. O mundo e mais precisamente, a Europa, se via afundada em guerras e conflitos durante muitos séculos. Você talvez se pergunte, “oras, não deveria ser o contrário?”.  É ai que está, jamais será o contrário, pois enquanto for o que ele for e ser o que ele é, essa roda viva jamais irá parar.

Veja que em séculos de guerras e reformas políticas, uma coisa foi gerando a outra. vou citar aqui alguns exemplos:

  • Após a morte de Alexandre, o Grande, seu vasto império fora dividido em quatro partes, sendo que cada parte ficou em poder de cada um de seus quatro maiores generais. A Grécia em si já alimentava uma cultura de conquistas, então seus generais não fizeram mais do que lhes foram ensinados: Ter poder, mesmo que tenha que brigar ou dividir para isso.

  • Portugal e Espanha, nos seus tempos dourados durante o “boom” das descobertas na América, Africa e Ásia, trouxe para a Europa muitos tesouros achados na América e gastou com seus caríssimos jantares, presentes que iam de carruagens até castelos, e diversos outros tipos de gastos com a corte. O resultado foi que, eles não utilizaram toda essa fortuna para investir no futuro de seus próprios países e em suas colônias. Isso também evitou que os países latino-americanos tivesse uma sociedade mais bem estruturada em todos os sentidos. Os colonos europeus também não se preocuparam em tentar desenvolver o progresso conjuntamente com os países africanos, ajudando a tornar a Africa no que ela é hoje.

Um abismo, chama outro abismo…

2- As sociedades, povos e filosofias políticas:

E para entender melhor isso, requer um raciocínio muito simples: Uma sociedade é composta de indivíduos. Se uma sociedade é composta de indivíduos, naturalmente esta irá sentir e operar os sentimentos e ações que seus indivíduos desejam (e nisso se inclui suas lideranças).

Agora, vamos pensar no indivíduo, o ser humano. O homem natural tem um pouco de cada emoção e sentimento bom ou ruim. Ele tem um pouco de amor e um pouco de ódio, um pouco de temperança e um pouco de ira e um pouco de justiça e um pouco de injustiça (nisso implica em fazer sua vontade sem se importar com as consequências, seja com ele mesmo ou com o próximo).

Citei essas emoções para usar como exemplo de pesos e contra pesos do homem. Agora, considerando o fato indiscutível de que o homem (indivíduo) sempre fez mais o mal do que o bem, poderia ser a sociedade ou os sistemas políticos que governam os povos serem diferentes? É óbvio que a resposta é não.

Na verdade, os povos são reflexos daquilo que o ser humano se torna. Uma sociedade não chega a um nível de decadência ou corrupção por acaso, e muito menos por causa de um determinado grupo de indivíduos ou um determinado sistema regente. É ai que o evangelho da de “1 a 0” na sociologia, pois o evangelho mostra como o homem em si é mal e corrupto e sua essência é má e corrupta. O evangelho foca primeiramente na raiz (o homem), e assim, podemos entender melhor do porque o mundo é do jeito que é.

A sociologia é a ciência que estuda o homem no âmbito social. Nessa área, temos grandes nomes como: Émile Durkheim, Augusto Comte, Karl Marx e Max Weber. Eu particularmente gosto bastante de sociologia, de refletir sobre a sociedade e os fatos sociais, mas há algo que eu vejo como falha de percepção nessa ciência, e é esta: Quase sempre, a sociologia limita-se a entender os problemas no mundo como mero fruto de um monte de fatores decorrentes de fatos históricos ou erros filosóficos, quando na verdade a origem do erro está no próprio homem.

Um grande exemplo disso foi o próprio Marx, colocava o capitalismo como o maior culpado das desgraças no mundo contemporâneo, sendo que ele mesmo jamais apontou um possível erro no seu próprio sistema, o comunismo. Mas, porque um homem de tamanha capacidade intelectual iria cometer um erro tão infantil? Simples, e é ai que a sociologia em geral peca.

Para entender a “operação do erro” no mundo com precisão, é necessário primeiramente entender o indivíduo; o homem, pois nele mesmo há a semente de todas as desgraças coletivas no mundo. É nele que começa os males (avareza, corrupção, mentiras, invejas…) e com isso, as culturas, povos e filosofias políticas acabam absorvendo e “ampliando” esses males no mundo. Uma coisa deriva da outra.

Resumindo: sociedades e filosofias políticas são, no geral, amplitudes dos males naturais do homem. Todos eles, em menor ou maior grau, disseminam também seus erros pelo mundo, derivados da própria natureza humana.

O homem moderno: É capaz de detectar falhas alheias, mas incapaz de detectar suas próprias falhas.

No meio de tanta filosofia popular e política, erros foram gerados em cima de erros, alguns exemplos…

  • O socialismo\comunismo tem como meta incorporar uma visão econômica, social e política nas nações. Esse monstro também não surgiu do nada. Mesmo eu sendo cristão conservador, admito que entre a revolução industrial e durante o final do século XIX e início do século XX, injustiças foram cometidas por grandes patrões a seus trabalhadores numa época em épocas das quais não haviam nenhuma proteção ao trabalhador. E nisso, as doutrinas de esquerda se fortaleceram, pois aproveitaram a situação para engradecer a doutrina de Marx e Engels (e se alguém ai por acaso pensou que por isso sou anti-capitalista, estão enganados…).
  • O Nazismo, ao contrário do que muitos acreditam, era SIM uma doutrina de extrema esquerda. Hitler anunciou em 1920 o programa Vinte e Cinco com os intentos do partido. Dentre eles, estavam: Um estado assistencialista, capaz de fornecer tudo o que o cidadão precisa, supressão de rendas oriundas do trabalho direto, proibição dos juros e nacionalização de empresas. O abismo anterior que gerou este abismo chamado nazismo se chama socialismo, até mesmo Hitler admitiu ter bases nele em sua maior obra (Mein Kampf).
  • No Brasil, é comum ouvir pessoas reclamando (e com razão até) do nível de baixaria que nossa musica e nossa cultura chegou. Só que, o que muita gente se esquece é que toda essa promiscuidade teve suas origens nos estilos musicais mais tradicionais do Brasil. Se o funk carioca hoje é o que é, é porque no passado já havia quem falava de vadiagem e lascívia, me refiro aos antigos sambas, como exemplo. Os homens nas musicas já falavam em suas letras com quantas mulheres dormiam e que só queriam “encher a cara” e afins. Em outros estilos musicais como o sertaneja, coisas similares também aconteciam até mesmo entre os próprios músicos (com todo o respeito a eles).

Conclusão

Então, isso foi um pouco do que eu realmente gostaria de mostrar a vocês, de que “não há nada de novo sob o sol” (Eclesiastes 1;9). Cristo nos trouxe um reino novo e diferente justamente para convencer de que sua igreja não deve ficar sendo influenciada pelos erros humanos, sejam políticos ou sociais.

Nada surgiu por acaso e um abismo gerou outro abismo, um monstro gera outro monstro, e um erro gera outro erro e assim se cumpre a Palavra do Senhor.

Até a 2° parte!

4 de Julho: Dia da independência dos EUA.

Declaração da Independência dos Estados Unidos da América.

Hoje, 4 de julho, é comemorado o 237° ano da independência dos Estados Unidos da América. Um país que exportou sua cultura e filosofia para muitos lugares no mundo e que, inclusive, serviu de exemplo e estímulo para os outros países do continente americano que vieram a ser independentes mais tarde, inclusive o Brasil.

Antecedentes: 

Treze anos antes, em 1763, a Inglaterra havia instituído uma série de impostos e políticos que não apenas prejudicava o comércio e o crescimento econômico nas colônias, mas – sem representação no Parlamento – também violava os direitos americanos como súditos da Coroa.

Entre os anos de 1772 e 1774, foram criadas coisas como o primeiro congresso colonial e um manifesto que indicavam as Leis Intoleráveis, manifesto que apresentavam as leis injustas impostas pela coroa britânica.

A guerra da Independência:

A guerra da independência em si começou em 1775. Um ano depois, as 13 colônias concordaram em assinar a proclamação da independência dos EUA.

Carta de proclamação da independência. Atualmente ela está exposta no museu nacional em Washington.

A guerra duraria por mais 7 anos. Em 1781, o recente país proclamou sua vitória contra a Inglaterra e em 1783 aconteceu o Tratado de Paris, onde o mundo e a Inglaterra tiveram de reconhecer os EUA como nação independente.

Os resultados:

Assim como toda independência proclamada entre os séculos XVIII e XIX, fora inevitável que sangue fosse derramado. Estima-se que do lado americano (e aliados), 25 mil vidas foram perdidas em 8 anos de conflito, já do lado Inglês, 20 mil vidas foram perdidas. Esta vitória também teve influência da pregação cristã de homens como Jonathan Edwars.

Em questões militares, esta foi uma derrota humilhante para a coroa Inglesa. Fora tão devastadora moralmente que eles jamais se recuperaram dessa derrota. A Inglaterra continuaria a ser a maior potência do mundo por mais de 100 anos ainda, mas a perca do seu primeiro território na América serviram de esperança para outras revoluções que viriam a ocorrer contra a coroa.

 

Exclusivo: Novo livro revela como uma operação da KGB disseminou em países muçulmanos propaganda antiamericana e anti-Israel na década de 70, construindo a base do terrorismo islâmico contra os EUA e Israel.

David Martosko

O oficial de inteligência do bloco soviético da mais alta patente a ter fugido para o Ocidente afirma em seu novo livro que o terrorismo islâmico antiamericano tem raízes em uma conspiração secreta da KGB da década de 70 para prejudicar os EUA e Israel por meio da disseminação, em países muçulmanos, de propagandas cuidadosamente dirigidas.
 
Tenente-general romeno Ion Mihai Pacepa é foi oficial de inteligência do bloco soviético de mais alta patente a ter fugido para o Ocidente.
Yuri Andropov, chefe da KGB por 15 anos antes de se tornar primeiro-ministro da União Soviética, enviou centenas de agentes e milhares de cópias de literatura de propaganda a países muçulmanos.  “Por volta de 1972”, de acordo com o livro, “a máquina de desinformação de Andropov funcionava sem parar para persuadir o mundo islâmico de que Israel e os Estados Unidos pretendiam transformar o mundo todo em um feudo sionista”.
“De acordo com Andropov, o mundo islâmico era uma placa de Petri onde a comunidade da KGB podia cultivar uma cepa fatal de ódio antiamericano a partir da bactéria do pensamento marxista-leninista”.
 
Antes de Yuri Andropov governar a União Soviética, ele chefiou a KGB por 15 anos. Foi durante esse tempo, segundo Pacepa e Rychlak, que ele arquitetou um plano para virar Oriente Médio contra os EUA por meio da disseminação da ideia de que os EUA apoiavam os israelenses em um plano para dominar a Europa.
Essas declarações vêm do ex-tenente-general Ion Mihail Pacepa e do professor de direito da Universidade do Mississippi, Ronald Rychlak.
Em seu livro, intitulado Disinformation (Desinformação), Pacepa revela os segredos que guardou por décadas como chefe do aparato de espionagem da Romênia e da polícia secreta, o DIE, antes de receber asilo político nos EUA em 1978.
 
Ceausescu governou a Romênia com punho de ferro e recebia ordens de Moscou até sua morte em 1990. Seu chefe de inteligência fugiu para os EUA em 1978, e agora revela seus segredos da Guerra Fria em um novo livro. Ceausescu foi executado em um atentado no natal de 1989.
Andropov assumiu a KGB poucos meses após a Guerra dos Seis Dias entre os árabes e Israel em 1967, na qual Israel humilhou os aliados importantes da União Soviética: Síria e o Egito. Ele então decidiu acertar as contas treinando militantes palestinos para sequestrar aviões da companhia aérea El Al e bombardear locais estratégicos em Jerusalém.
 
Os Protocolos dos Sábios de Sião são uma falsificação russa baseada em uma peça francesa do século XIX. Andropov popularizou a ideia de que os “Sábios de Sião” estavam no congresso americano
E o que é ainda mais chocante, Andropov encomendou a primeira tradução para o árabe dos Protocolos dos Sábios de Sião, um livro propaganda forjado pela Rússia em 1905 que alegava que os judeus conspiravam para dominar a Europa e estavam sendo ajudados pelos Estados Unidos. Os Protocolos, de acordo com Pacepa, se tornaram “a base de boa parte da filosofia antissemita de Hitler”. E a KGB, segundo ele, disseminou “milhares de cópias” em países muçulmanos durante a década de 70.
 
Além da língua russa, os “protocolos” foram traduzidos para muitas outras línguas, incluindo árabe.
Antes de o presidente Jimmy Carter aceitar sua solicitação de asilo, Pacepa chefiou os serviços de inteligência da Romênia governada pelo ditador Nicolae Ceausescu, que foi sumariamente executado junto com a esposa em 1989 após um levante popular.
Em 1972, escreve Pacepa, sua agência DIE “recebeu da KGB uma tradução em árabe dos Protocolos dos Sábios de Sião junto com um ‘documentário’ material, também em árabe, ‘provando’ que os Estados Unidos eram um país sionista”. Ele foi ‘instruído’, acrescenta, a disseminar ‘discretamente’ ambos os ‘documentos’ em países islâmicos específicos.
“Durante meus últimos anos na Romênia”, lembra-se, “todos os meses o DIE disseminava milhares de cópias no seu círculo de influência islâmico. Nas reuniões que tive com meus correspondentes dos serviços de inteligência húngara e búlgara, com quem tinha relações próximas na época, descobri que eles faziam o mesmo em seus respectivos círculos de influência islâmicos”.
A KGB assumiu a “autoria secreta” por uma série de ataques contra alvos israelenses poucos anos antes de Pacepa deixar a Romênia, afirma, listando onze deles. Dentre eles está o ataque de 30 de maio de 1972 no Aeroporto Ben Gurion, que deixou 22 mortos e 76 feridos, e o bombardeio de 4 de julho de 1975 à Praça Sião, em Jerusalém, em que 15 pessoas foram mortas e 62 ficaram mutiladas.
 
Teria o terrorismo militante islâmico suas raízes em uma campanha de desinformação soviética que ligava os EUA a Israel? Ex-chefe da inteligência romena diz que sim
Pacepa e Rychlak concluem que boa parte do sentimento antiamericano no Oriente Médio e em outros lugares remonta a operações clandestinas da União Soviética, muitas nas quais ele desempenhou um papel importante.
As campanhas de desinformação do primeiro-ministro soviético Nikita Khrushchev, da era Kennedy, “aumentaram a distância entre o cristianismo e o judaísmo”, afirmam os autores. E “a desinformação de Andropov virou o mundo islâmico contra os Estados Unidos e provocou o terrorismo internacional que hoje nos ameaça”.

150 anos da batalha de Gettysburg.

Batalha de Gettysburg.

Hoje, dia 1 de Julho, é relembrada a batalha de Gettysburg ocorrida a 150 anos atrás.

A batalha de Gettysburg (1-3 de julho de 1863) foi a batalha que é considerada por muitos a maior batalha da Guerra Civil Americana (1861-1865). E também foi a batalha decisiva para ambos os lados, tanto para os confederados (CSA) quanto para a União (USA). Se os confederados tivessem vencido a batalha, teriam ganhado a guerra. O general que os comandou foi Robert E. Lee, general de muitas batalhas e medalhas, e altamente conceituado, tanto por seus inimigos quanto por seus aliados.

Robert E. Lee havia travado diversas batalhas anteriores na Guerra Civil, e obtendo vitória em todas ou quase todas (infelizmente, eu ainda não tenho essa informação com precisão). Gettysburg é uma cidade do estado da Pensilvânia, Estados Unidos. Gettysburg era decisivo para Lee, pois com essa vitória, a União sofreria uma derrota irrecuperável, e isso resultaria numa quase certa derrota na guerra inteira.

A união já havia acumulado uma série de derrotas em outros lugares, tais como em Chancellorsville, em maio daquele ano. Por essas derrotas, o exército da União estava com sua moral abalada, sem ver muitas esperanças pela frente, mas eles não tinham outra opção a não ser a única coisa que lhes restara: lutar.

A batalha durou 3 dias, sendo que os 2 primeiros dias foram de vitória parcial dos confederados. O jogo começou a virar no 2° dia quando um famoso regimento chamado “20th do Maine” tomou uma importante posição que resultou no inicio do fim para os confederados nessa batalha. No 3° dia, a união havia causado baixas tão grandes aos confederados e, aproveitando os erros estratégicos dos generais confederados, infringiram uma humilhante derrota a eles.

Com a derrota, os confederados perderam todo o apoio das potências europeias e o mito da invencibilidade de tática de Lee ruiu. Depois disso, a campanha de guerra dos confederados ruiu e não se reergueram nunca mais.

Pr. Daniel Batista - Igreja Cenáculo da Fé

Maranata!! Ora vem Senhor Jesus!!

Francisco Miranda - BLOG

História...Sem a Máscara Ideológica!

.

Meu blog pessoal. Fatos históricos, cotidiano, reflexões, curiosidades e fé cristã.

Julio Severo

Meu blog pessoal. Fatos históricos, cotidiano, reflexões, curiosidades e fé cristã.