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Usando crianças como armas.

Nonie Darwish

Se isto não for abuso dos direitos humanos, então o que é?

No Oriente Médio, crianças estão sendo usadas, pelos adultos que deveriam tomar conta delas, para se tornarem armas jihadistas para conquistar o mundo — às vezes com bombas presas aos seus corpos para matarem seus supostos inimigos. As crianças recebem treinamento com armas para aprenderem a matar judeus, e lhes é dito que morrer por amor à jihad (guerra santa) é a mais alta honra e a única garantia de irem para o céu. Se estas coisas não forem abusos dos direitos humanos das crianças, o que é? Na escola de ensino fundamental que freqüentei em Gaza, a agenda político e cultural do mundo árabe era enfiada por nossa garganta abaixo em efetivamente todos os assuntos.

Hoje, as crianças ocidentais também estão sofrendo com as agendas dos adultos que lhes são enfiadas goela abaixo: a agenda ambiental, a agenda feminista, a agenda gay, a agenda islamista, a agenda da “inveja de classes”, a agenda da “divisão racial”, a agenda dos direitos dos animais, ad infinitum. O que as pessoas do Ocidente não conseguem ver é que também estão usando as crianças como armas: como instrumentos para provocar mudanças sociais, culturais e políticas, geralmente para destruir o sistema ocidental tal como o conhecemos, e substituí-lo por um novo mundo que a cultura popular e muitos parecem estar tão desesperados para alcançar.

Experimentos com a criação de crianças não acontecem apenas em países ignorantes do Terceiro Mundo, onde as pessoas não sabem de nada melhor. Minha filha voltou para casa, vindo da sua escola de ensino médio, e perguntou sobre qual tópico deveria escrever um ensaio que tinha recebido como tarefa. Os temas eram: suicídio, assassinato em massa, sofrer bullying ou opressão por ser gay ou por pertencer a uma determinada raça ou nacionalidade. Quando sugeri “nenhum”, a resposta dela foi que essa lista havia sido dada pela professora.

É dito aos meninos que o aquilo que antes era considerado brincadeira normal de meninos, desafios e lutas, tornou-se crime, bullying. As meninas são incentivadas a se considerarem como vítimas dos homens e do casamento, e a se sentirem magoadas com isso.

As divisões políticas e sociais estão penetrando em nossas escolas e colocando terrível pressão sobre nossos filhos. Nos divórcios, o pai está vendo seus filhos serem levados para longe dele enquanto é dito à mãe que ela pode fazer tudo por si só, sem um pai. Nas divisões políticas e culturais, os adultos também estão agindo de maneira hostil, como pais divorciados, que dilaceram seus filhos durante as batalhas pela custódia. Como acontece no Oriente Médio, onde as crianças são feridas não-intencionalmente pela experimentação política, social e psicológica, nós também estamos usurpando a inocência delas.

Adam Lanza (que matou 26 pessoas, dentre as quais 20 crianças, na escola Sandy Hook, em Newtown/EUA), mentalmente insano ou não, poderia não ter acabado como aconteceu. Faltava-lhe respeito à autoridade enquanto vivia no isolamento de uma casa grande com uma mãe desesperada para agradá-lo, levando-o para aulas de tiro, comprando-lhe armas de ataque, revólveres e munição, apesar de saber que seu filho não estava bem. A cultura popular falou a essa mãe que ela poderia substituir o pai na vida de seu filho, e que o filho não sentiria nenhuma diferença se as atividades paternas fossem realizadas pelo pai ou por ela. Essa pobre mãe disse aos seus amigos que estava tentando criar um vínculo com seu filho de vinte anos — infelizmente, o que ela não sabia era que essa é uma idade em que os jovens odeiam ser vistos com suas mães.

A cultura ocidental tem ferido mulheres, crianças e a estrutura familiar, dizendo às mulheres que elas conseguem fazer tudo, falando aos homens que eles são descartáveis, e informando às garotas que a maternidade e o casamento são desnecessários.

Num quadro maior da situação, a epidemia americana de tiroteios e assassinatos em massa por jovens poderia ser um grito de ajuda de várias gerações de crianças que sofreram por décadas de experimentação e doutrinamento nas escolas públicas. Também poderia ser um grito de ajuda de mães sem marido, que são informadas que podem exercer tanto o papel do homem quanto da mulher na família, inclusive a difícil tarefa de criar seus filhos (os meninos) sozinhas, até à idade adulta. As mulheres precisam de um descanso e os filhos precisam de pais tanto quanto precisam de mães. Eles também precisam dos relacionamentos familiares extensivos: a avó carinhosa, o tio e a tia engraçados, os primos. Já é hora de terminar com essa pressão de justiça própria sobre nossas crianças para mudar o mundo.

(Extraído de: http://juliosevero.blogspot.com.br/)

Atenção, senadores! Atenção, brasileiros! Divulguem o fato. Caiu a máscara! Coordenador da reforma do Código Penal confessa: “NÓS RECONHECEMOS ORGULHOSAMENTE A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO”. Ou: Matar um feto de sete meses dá seis meses de cadeia; matar um filhote de codorna, dois anos! Ou: A revolução dos tarados morais.

Agora caiu a máscara!

Fim de papo!
Fim de conversa!
Agora já temos a confissão!
O objetivo da dita “comissão de juristas” que elaborou a nova proposta de Código Penal (que contou com um candidato ao Supremo Tribunal Federal), que está no Senado, era mesmo legalizar o aborto, CONTRA A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL e sem debater com ninguém.

Já escrevi um longo texto a respeito daquela proposta aloprada. O título é também longo, a saber: “Proposta de Código Penal libera o aborto, faz a vida humana valer menos que a de um cachorro, deixa-se pautar pela Marcha da Maconha, flerta com o “terrorismo do bem” e entrega nossas escolas ao narcotráfico. Fernandinho Beira-Mar e Marcola não pensariam em nada mais adequado a seus negócios!

Evidenciava naquele post e em outros tantos que os ditos juristas estavam propondo a legalização do aborto, o que eles negavam. E por que eu afirmava aquilo? Por causa do Artigo 128, a saber:
Art. 128. Não há crime de aborto:
I – se houver risco à vida ou à saúde da gestante;
II – se a gravidez resulta de violação da dignidade sexual, ou do emprego não
consentido de técnica de reprodução assistida;
III – se comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida extrauterina, em ambos os casos atestado por dois médicos; ou
IV – se por vontade da gestante, até a décima segunda semana da gestação, quando o médico ou psicólogo constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade.
Parágrafo único. Nos casos dos incisos II e III e da segunda parte do inciso I deste artigo, o aborto deve ser precedido de consentimento da gestante, ou, quando menor, incapaz ou impossibilitada de consentir, de seu representante legal, do cônjuge ou de seu companheiro.

Como se lê acima, o que se tem é a legalização do aborto. Basta, para tanto, que a mulher alegue não ter “condições psicológicas” de arcar com a gravidez. Mas os doutores não ficaram só nisso, não! Nos abortos feitos fora das prescrições legais, a pena, que era de dois a quatro anos, caiu para de seis meses a dois anos. Atenção! Essa mesma proposta pune com dois a quatro anos quem destruir um ninho de passarinho, impedir a reprodução de animais ou, pasmem!, usar ratinhos de laboratório se ficar comprovado que a pesquisa poderia ser feita sem eles. Vocês entenderam direito: os sábios se reuniram e decidiram que matar um feto de oito ou nove meses de gestação pode render pena de apenas seis meses (e, portanto, pena nenhuma). Já quem matar um camundongo corre o risco de ficar quatro anos em cana.

É a revolução dos tarados morais. Sabem aquela pergunta clichê “Você é um homem ou um rato?” No Brasil daqueles “juristas”, o vantajoso é ser um rato.

Denunciei isso aqui muitas vezes. Apontei que se tratava, na prática, da legalização do aborto — essa mesma comissão descrimina o consumo de drogas e, na prática, legaliza o pequeno tráfico — e, pois, o grande. Naquele texto, explico por quê. Pois bem, os defensores da proposta negavam que assim fosse.

Entre Aspas
A jornalista Mônica Waldvogel, que comanda o programa “Entre Aspas”, na GloboNews, convidou para debater a proposta de novo código o procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, que coordenou a comissão dos sábios, e a excelente Janaina Conceição Paschoal, professora de direito da Universidade de São Paulo. Para assistir à integra do programa, clique aqui. Gonçalves tentou ser irônico com os críticos das propostas alopradas, mas foi malsucedido. Janaina o triturou.

Prestem atenção ao que se dá a partir dos 16min58s, quando a professora aborda a questão do aborto. Ela demonstra que, na prática, se trata de legalização (tarefa que não compete à comissão, diga-se, que não pode reformar a Constituição!), não de tutela da saúde da mulher, e a evidência é a diminuição da pena para os abortos feitos fora das prescrições do Artigo 128.

E o que fez o buliçoso Gonçalves, que já havia negado em várias entrevistas que a comissão estivesse propondo a legalização do aborto? Ele admitiu que é isso mesmo, com todas as letras. Aos 16min45s do programa, afirma: “Nós reconhecemos orgulhosamente” (a legalização). E segue repetindo “orgulhosamente, orgulhosamente”. Na sequência, diz que a proposta foi aprovada por unanimidade na comissão. Ah, foi, é? Então o Senado terá duas tarefas: uma delas é jogar no lixo boa parte das propostas; outra possível é fazer a devida sabatina a um provável candidato ao Supremo. Trato disso no post abaixo deste.

Pergunta
Que arrogância a deste senhor Gonçalves! Vale a pena ver a entrevista para constatar o seu tom militante, desafiador. Quem lhe deu licença para o que entendo ser uma forma de trapaça intelectual e jurídica? Quem lhe outorgou o papel de reformador da Constituição ao coordenar o que deveria ser uma proposta de reforma do Código Penal? Se ele quer legalizar o aborto “orgulhosamente”, por que não se candidata à Câmara ou ao Senado Federal e, se eleito, propõe uma emenda constitucional?

Enquanto coordenava os trabalhos, ele procurava se mostrar parcimonioso e cerimonioso. Agora não mais. Confessa-se um militante da causa do aborto “orgulhosamente” e diz com todas as letras que a comissão fez aquilo que seus críticos diziam que tinha mesmo feito, embora ele negasse de pés juntos.

Eis aí! No país de Gonçalves, matar um rato pode ser mais grave do que matar um homem.

Orgulhosamente!

Por Reinaldo Azevedo

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Meu comentário:

Reinaldo Azevedo é um homem admirável, precisamos de mais vozes assim. Agora, você vê como são as coisas, se põe uma série de leis e modificações “legais” com o pretexto de “direitos”, mas que mais cedo ou mais tarde acabam se revelando como medidas para proporcionar regalias para uma classe só e também para manipulação, a fim de que através dessa manipulação, essa classe “privilegiada” cresça e se torne maioria. E isso retrata bem a situação ai citada.

No Brasil, quando se fala em melhorar as condições da saúde e da educação no país por exemplo, o governo atrasa tudo! Dá mil desculpas… Agora, quando se fala em aborto, depravação, ai o governo dá um jeito rapidinho! A ponto de até mesmo em pouco tempo, permitir que travestis façam suas operações de mudança de sexo nos SUSs gratuitamente! Para melhorar as condições dos hospitais, é uma demora, mas para isso ai é muito rápido, pois há grandes intenções em jogo…

É de grande interesse de ONGs, ONU, Governos e etc que coisas assim sejam colocadas em prática pois seus objetivos são apagar todos os valores da sociedade judaico-cristã. Mas todos esses possuem algo em comum também: todos seguem a cartilha esquerdista de marxismo cultural.

PRECISAMOS ACORDAR!!!

O certo e o errado, o bem e o mal, e a justiça de Deus.

 

É de conhecimento tradicional por parte de todos os povos da Terra a existência do bem e do mal. Essas duas forças totalmente opostas lutam desde que  existem seres humanos na Terra e é vista de formas muito diferentes de uma cultura para outra. Mas… O que seria exatamente o bem e o mal?

Para a maioria dos povos, o bem e o mal possuem características similares de uma cultura para outra respectivamente, como “fazer o bem é não matar, amar o seu povo e etc.” , já o mal seriam coisas como “assassinar friamente, fazer guerras…” . Enfim, os povos geralmente possuem essa similaridade.

Já outros povos, dominados pela grandeza e pela ganância, tinham seus governos e líderes fazendo o mal constantemente apenas pela busca de mais e mais poder. Entre esses povos haviam os Egípcios, romanos, gregos…

Mas no meio do deserto, havia um homem que liderava um povo recém libertado do Egito e seu nome era Moisés. Um dia, Deus lhe mandou escrever 5 “livros” que seriam chamados de Pentateuco, composto por Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Destes livros, no livro de Êxodo Deus dá uma série de mandamentos, totalizando 10, para o seu povo:  (Êxodo 20. 1 a 17)
  1. Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.
  2. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
  3. Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
  4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
  5. Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
  6. Não matarás.
  7. Não adulterarás.
  8. Não furtarás.
  9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
  10. Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

 

Aqui vemos Deus sendo um tanto rigoroso (o que é óbvio) para com seu povo, mas há algo em especial aqui que me chama a atenção…

Note-se que o Senhor, através de suas Leis e ensinamentos, causa uma característica única em comparação a outros povos. Para um povo que estava caminhando no deserto e que não tinham sofistas como Sócrates ou Platão na época e nem ao menos possuíam um sistema democrático, era algo imensamente admirável. Mas há quem acredite que Moisés e seus companheiros eram “sábios demais” para criarem leis assim…

Uma verdade: Para muitos não-teístas, não existe o “certo e o errado”, o que existe são consequências que são frutos de fatos ou atitudes (segundo eles). Você pode imaginar um mundo e uma sociedade sem conceito de certo ou errado, ou o bem e o mal?

E ainda há o perigo de, se distorcer os conceitos de “certo e errado”, e isto de fato já está ocorrendo no meio de nossa sociedade… Estamos vivendo num tempo em que cada vez mais pessoas só acreditarão que, “se eu não mato ou não roubo, então sou uma boa pessoa!” .

Deus não só nos ensinou a amar e respeitar o próximo, como também nos ensinou a justiça.

Moisés sempre lembrava ao povo hebreu que eles foram escravos no Egito, mas ainda que eles mesmo tivessem escravos, não deveriam maltratar seus escravos e nem abusar deles o que é louvável. E há passagens que dizem que depois de certo tempo, o escravo seria liberto (me esqueci qual é a passagem, sorry rs) .

Enfim, analisando Levítico, vemos que Deus já começa a mostrar justiça e isto com um povo que ainda estava aprendendo o alfabeto. Há inclusive outras partes que Deus se mostra justo, como :

 

  1. Quando Davi pecou,e por isto, Israel teve que pagar. (2 Samuel)
  2. Quando Salomão tomou para si mulheres pagãs e depois, elas viraram as costas para ele. (1 Reis)
  3. Quando Jesus fala tantas e tantas vezes sobre Justiça. O Reino de Deus é composto por justiça e Jesus mostrou isto diversas vezes e de muitas formas, e muitas dessas vezes foram acusando os fariseus e doutores da lei.

 

Mas e a justiça dos homens? Como deve ser?

 

Aqueles que acreditam na justiça independente de Deus, acabam se baseando na ciência do Direito, o mesmo Direito que nós conhecemos que possui origens da Grécia. O grande problema é que muitos deturpam o conceito de Justiça. Muitos clamaram e pregaram “justiça” pelo mundo mas acabaram cometendo atrocidades, como o Comunismo, Nazismo, Radicais religiosos, Césares, Papas e etc. É o velho conceito de camuflar a injustiça pregando uma falsa justiça. Alguns dos “justos” :

 

Adolf Hitler, que pregava a “justiça” através do extermínio das “raças inferiores”.

 

Karl Marx, Vladmir Lenin e Engels. Grandes pregadores de “justiça” que ,igualmente, pregavam o fim de qualquer referência a Deus a força, mesmo que fosse necessário matar para isso.

 

Chê Guevara. Além de seguir os ensinamentos dos seus heróis socialistas, declarava que os negros eram “uma raça inferior” e que “era correto assassinar, se fosse necessário para a revolução”.

 

Amigos, a grande diferença entre a justiça de Deus e a justiça dos homens, é que a de Deus não inocenta nenhum homem. Se este for culpado, não importa quem seja, será punido ainda que tarda, já a justiça humana sempre irá “defender seus ideais” a todo o custo. E sempre será assim, acredite.

Hoje vemos grupos de militância gay e feminista exigindo “justiça” sem se importar com o futuro de nossas crianças, com certeza acham que aprenderão coisas boas.

 

 

Os movimentos feministas radicais exigem seus tais direitos de forma que os tais fiquem até mesmo acima dos direitos infantis da criança possuir uma mãe que a ame, já que as mesmas consideram a maternidade uma maldição!

 

A militância gay segue o mesmo erro de seus antepassados esquerdistas. Nesse caso, põem a sua liberdade incriticável acima até mesmo acima dos direitos infantis, já que muitos deles não estranham a ideia de ter relações sexuais com crianças.

 

Não adianta, meus amigos. Desde que o homem possui pecado no seu sangue, ele sempre irá desejar proteger a si mesmo ou a uma classe em detrimento das milhares de vidas humanas. E não dá para ser cego e acreditar que hoje o homem mudará e pregará justiça corretamente, pois o que está acontecendo é totalmente o contrário e de forma sútil.

Então, junto com o senso de justiça, também se jogam no lixo o verdadeiro senso do certo e do errado, pois distorcem tais conceitos conforma as “mudanças” radicais da sociedade.

Eu prefiro ficar com o Reino de Deus e essas palavras de Mateus 6. 9 a 15.

“…e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;…”

“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.”

 

Oscar Niemeyer: Pastor diz que o arquiteto ateu será recebido no céu por anjos cantando hino comunista.

Reverendo Mozart e seus amigos ecumênicos, fazendo uma homenagem marxista a Niemeyer.

O assunto mais comentado no Brasil na última semana foi o falecimento do arquiteto Oscar Niemeyer. Conhecido por sua militância comunista e por ser ateu, o arquiteto teve um funeral celebrado em um culto ecumênico em sua homenagem.

A cerimônia foi celebrada por uma dupla de padres, um pastor e um rabino. De acordo com o Terra, apesar do burburinho reinante fosse de que não combinava realizar um ato religioso para celebrar a alma de um ateu, os celebrantes trataram de dar um tom ameno para a ocasião, demonstrando respeito à opção de Niemeyer pela ausência de uma prática religiosa.

O pastor luterano Mozart Noronha foi quem mais chamou a atenção pela forma com que conduziu sua participação na cerimônia. Em um poema, o pastor traçou um cenário imaginário, no qual o arquiteto chegaria ao céu com a bandeira comunista em punho e seria recebido por anjos cantando em coro a Internacional Comunista.

(fonte: Gospel Mais)

Meus comentários:

No meu blog, também irei tratar de assuntos de natureza crítica ao esquerdismo\socialismo\comunismo.

Essa doutrina diabólica criada por Karl Marx ensina – dentre outras coisas – o ateísmo. Mas não é um simples ateísmo secular em que pessoas que não tem crença em Deus podem conviver perfeitamente em uma sociedade teísta, mas ensina sim o ódio a Deus e o banimento de qualquer coisa ligada a Ele.

Agora, tratando de Oscar Niemeyer, sabemos que a luta política é uma das questões que sempre marcaram sua vida e obra. Em 1945, já um arquiteto conhecido, conheceu Luís Carlos Prestes e filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). Niemeyer emprestou a Prestes a casa que usava como escritório, para que este montasse o comitê do partido. Sempre foi um forte defensor de sua posição como stalinista (Só pra constar que Stalin foi o 2° maior genocida da história, com cerca de 20 milhões de mortos durante sua ditadura entre 1922 e 1953).

Durante alguns anos da ditadura militar do Brasil autoexilou-se na França. Um ministro da Aeronáutica da época diria que “lugar de arquiteto comunista é em Moscou”. Visitou a União Soviética, teve encontros com diversos líderes socialistas e foi amigo de alguns deles. Em 2007 presenteou Fidel Castro com uma escultura de caráter antiamericano: uma figura monstruosa ameaçando um homem que se defende empunhando uma bandeira de Cuba. Em seu discurso de 2007, onde Fidel fala em aposentadoria, faz referência ao amigo Niemeyer: “Penso, como (o arquiteto brasileiro Oscar) Niemeyer, que se deve ser consequente até o final”. Esta frase foi repetida em sua carta de renúncia de 18 de fevereiro de 2008.

Além de ser fã de Stalin, era grande admirador de Fidel Castro e sua ilha-prisão chamada Cuba. Com certeza seria um grande sonho de Niemeyer (assim como seus colegas igualmente comunistas) que o Brasil tivesse uma “democracia” a la União Soviética (que é uma piada de muito mal gosto) e muitas obras arquitetônicas de Niemeyer representam sutilmente símbolos comunistas.

E como se já não bastasse, o reverendo Mozart Noronha faz uma exaltação comovente de Niemeyer o colocando como uma pessoa iluminada. Em seguida, Mozart escreve o seguinte poema a Niemeyer:

Numa tarde de verão,
Dia cinco de dezembro
Do ano dois mil e doze,
Vi a Santíssima Trindade
Reunida de emergência,
Ordenando aos seus apóstolos
Receberem Niemeyer
O incansável guerreiro
Que do Rio de Janeiro
Partiu para a eternidade
Deus estava mui feliz
O espírito nem se fala!
E na comunhão do além
Recomendaram que os anjos
Organizassem um coral
Em homenagem ao arquiteto
Cantando a Internacional.

Logo os músicos reunidos,
Sopranos, baixos e tenores,
Com todos os seus instrumentos
Entoaram uns mil louvores
Externando os sentimentos.

Juntaram-se os trovadores,
Mil pintores e poetas,
Abraçando os escritores
Numa festa sem igual.
Niemeyer vestia azul,
Com a bandeira vermelha
Segurada à mão esquerda,
Bem como a foice-martelo.
Indagou por Carlos Prestes
E todos os seus companheiros.

Deus que sempre sentiu dores
De um povo pobre e oprimido
Disse: entre aqui, Niemeyer.
No céu você tem lugar.

Isso é uma piada de PÉSSIMO gosto com Deus. Escrever tal poema é afirmar que Deus é socialista, o que é impossível a luz do evangelho, pois Jesus afirmou que seu Reino não é deste mundo. (João 18. 36).

Como pode alguém como o reverendo Mozart que possui décadas de estudo bíblico encarar as coisas desta forma? Simples…

O reverendo Mozart faz parte da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB). Para quem não sabe, a IECLB está infestada de marxistas e ensinamentos da “doutrina vermelha” (Em outro post falarei mais sobre).

Mas pelo jeito que as coisas vão na IECLB, não é de se espantar que seus principais homens preguem aquilo que seu seminário acabou abraçando: O marxismo.

Oremos por todos eles, para que se arrependam e se convertam, e não se deixem mais enganar pela mentira marxista.

Pr. Daniel Batista - Igreja Cenáculo da Fé

Maranata!! Ora vem Senhor Jesus!!

Francisco Miranda - BLOG

História...Sem a Máscara Ideológica!

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Meu blog pessoal. Fatos históricos, cotidiano, reflexões, curiosidades e fé cristã.

Julio Severo

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