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“Um abismo chama outro abismo…”. Uma visão da humanidade baseada em Salmos 42:7 (parte 1, visão da história humana).

A queda do homem, por Jacob Jordaens.

“Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim.”    Salmos 42:7

Introdução

Meu objetivo com estas matérias é mostrar de uma maneira inteligente a ligação entre os “abismos” que o homem causa com a história humana, de Adão e Eva até os dias de hoje. Desde que o homem adquiriu pecado, ele construiu a humanidade com erros e acertos. Mas infelizmente, os erros sempre prevaleceram e a humanidade é o que é por causa do pecado.

Dentre os pecados humanos – a cobiça, a avareza, a inveja –  esses estiveram no comando da maior parte dos erros que marcaram a humanidade e a moldaram.

Os abismos criados pelo homem durante a história

A história é marcada de guerras, assassinatos, revoluções e barbáries e justamente os pecados anteriormente citados estão por trás de todos esses fatos lamentáveis. Estudando a história das civilizações, você verá que tudo isso que temos hoje; ou seja, países, cidades, patrimônios históricos (e etc…) muitas das vezes foram construídas com muito sangue, suor e violência. Todas as civilizações, por mais distante que estejam umas das outras, lutaram por uma coisa em comum: Poder e Glória.

Mas o homem, pelas suas limitações (e soberba) não foi capaz de calcular as desastrosas consequências de suas vitórias, e é agora que irei aplicar pela primeira vez nesta análise de como o “abismo” citado em Sl 42;7 se aplica…

1- Os sucessivos impérios, estados e governos:

Os Césares romanos (imperadores).

Desde os tempos mais remotos, povos e civilizações se depararam com a importância de uma liderança forte e sólida, nas tribos haviam os chefes, nos reinos os reis, nos impérios os imperadores e assim suscetivamente. Nos tempos mais remotos, alguns povos viram a necessidade de “evoluir”, e assim, alguns deles construíram grandes impérios, mas com o nascimento da democracia na Grécia e a República em Roma, o mundo repensou a sua forma de fazer política. Se nas épocas anteriores a essas duas filosofias políticas os governadores deste mundo já falavam de melhores condições para os povos, depois com o advento da democracia e da república tais promessas foram ainda mais encorajadas.

A república tem como doutrina base desde a sua criação a eleição de líderes pelo voto popular. O conceito de democracia possui pontos iguais, dentre elas está a garantia de que tal líder será eleito pelo povo (democracia = governo do povo, do grego). Com estas novas visões no mundo ocidental, se esperava que as coisas fossem melhorar, mas não foi isso o que aconteceu…

As manipulações políticas e guerras internas continuaram e cada vez mais que os conceitos democráticos se espalhavam, mais injustiças eram cometidas. O mundo e mais precisamente, a Europa, se via afundada em guerras e conflitos durante muitos séculos. Você talvez se pergunte, “oras, não deveria ser o contrário?”.  É ai que está, jamais será o contrário, pois enquanto for o que ele for e ser o que ele é, essa roda viva jamais irá parar.

Veja que em séculos de guerras e reformas políticas, uma coisa foi gerando a outra. vou citar aqui alguns exemplos:

  • Após a morte de Alexandre, o Grande, seu vasto império fora dividido em quatro partes, sendo que cada parte ficou em poder de cada um de seus quatro maiores generais. A Grécia em si já alimentava uma cultura de conquistas, então seus generais não fizeram mais do que lhes foram ensinados: Ter poder, mesmo que tenha que brigar ou dividir para isso.

  • Portugal e Espanha, nos seus tempos dourados durante o “boom” das descobertas na América, Africa e Ásia, trouxe para a Europa muitos tesouros achados na América e gastou com seus caríssimos jantares, presentes que iam de carruagens até castelos, e diversos outros tipos de gastos com a corte. O resultado foi que, eles não utilizaram toda essa fortuna para investir no futuro de seus próprios países e em suas colônias. Isso também evitou que os países latino-americanos tivesse uma sociedade mais bem estruturada em todos os sentidos. Os colonos europeus também não se preocuparam em tentar desenvolver o progresso conjuntamente com os países africanos, ajudando a tornar a Africa no que ela é hoje.

Um abismo, chama outro abismo…

2- As sociedades, povos e filosofias políticas:

E para entender melhor isso, requer um raciocínio muito simples: Uma sociedade é composta de indivíduos. Se uma sociedade é composta de indivíduos, naturalmente esta irá sentir e operar os sentimentos e ações que seus indivíduos desejam (e nisso se inclui suas lideranças).

Agora, vamos pensar no indivíduo, o ser humano. O homem natural tem um pouco de cada emoção e sentimento bom ou ruim. Ele tem um pouco de amor e um pouco de ódio, um pouco de temperança e um pouco de ira e um pouco de justiça e um pouco de injustiça (nisso implica em fazer sua vontade sem se importar com as consequências, seja com ele mesmo ou com o próximo).

Citei essas emoções para usar como exemplo de pesos e contra pesos do homem. Agora, considerando o fato indiscutível de que o homem (indivíduo) sempre fez mais o mal do que o bem, poderia ser a sociedade ou os sistemas políticos que governam os povos serem diferentes? É óbvio que a resposta é não.

Na verdade, os povos são reflexos daquilo que o ser humano se torna. Uma sociedade não chega a um nível de decadência ou corrupção por acaso, e muito menos por causa de um determinado grupo de indivíduos ou um determinado sistema regente. É ai que o evangelho da de “1 a 0” na sociologia, pois o evangelho mostra como o homem em si é mal e corrupto e sua essência é má e corrupta. O evangelho foca primeiramente na raiz (o homem), e assim, podemos entender melhor do porque o mundo é do jeito que é.

A sociologia é a ciência que estuda o homem no âmbito social. Nessa área, temos grandes nomes como: Émile Durkheim, Augusto Comte, Karl Marx e Max Weber. Eu particularmente gosto bastante de sociologia, de refletir sobre a sociedade e os fatos sociais, mas há algo que eu vejo como falha de percepção nessa ciência, e é esta: Quase sempre, a sociologia limita-se a entender os problemas no mundo como mero fruto de um monte de fatores decorrentes de fatos históricos ou erros filosóficos, quando na verdade a origem do erro está no próprio homem.

Um grande exemplo disso foi o próprio Marx, colocava o capitalismo como o maior culpado das desgraças no mundo contemporâneo, sendo que ele mesmo jamais apontou um possível erro no seu próprio sistema, o comunismo. Mas, porque um homem de tamanha capacidade intelectual iria cometer um erro tão infantil? Simples, e é ai que a sociologia em geral peca.

Para entender a “operação do erro” no mundo com precisão, é necessário primeiramente entender o indivíduo; o homem, pois nele mesmo há a semente de todas as desgraças coletivas no mundo. É nele que começa os males (avareza, corrupção, mentiras, invejas…) e com isso, as culturas, povos e filosofias políticas acabam absorvendo e “ampliando” esses males no mundo. Uma coisa deriva da outra.

Resumindo: sociedades e filosofias políticas são, no geral, amplitudes dos males naturais do homem. Todos eles, em menor ou maior grau, disseminam também seus erros pelo mundo, derivados da própria natureza humana.

O homem moderno: É capaz de detectar falhas alheias, mas incapaz de detectar suas próprias falhas.

No meio de tanta filosofia popular e política, erros foram gerados em cima de erros, alguns exemplos…

  • O socialismo\comunismo tem como meta incorporar uma visão econômica, social e política nas nações. Esse monstro também não surgiu do nada. Mesmo eu sendo cristão conservador, admito que entre a revolução industrial e durante o final do século XIX e início do século XX, injustiças foram cometidas por grandes patrões a seus trabalhadores numa época em épocas das quais não haviam nenhuma proteção ao trabalhador. E nisso, as doutrinas de esquerda se fortaleceram, pois aproveitaram a situação para engradecer a doutrina de Marx e Engels (e se alguém ai por acaso pensou que por isso sou anti-capitalista, estão enganados…).
  • O Nazismo, ao contrário do que muitos acreditam, era SIM uma doutrina de extrema esquerda. Hitler anunciou em 1920 o programa Vinte e Cinco com os intentos do partido. Dentre eles, estavam: Um estado assistencialista, capaz de fornecer tudo o que o cidadão precisa, supressão de rendas oriundas do trabalho direto, proibição dos juros e nacionalização de empresas. O abismo anterior que gerou este abismo chamado nazismo se chama socialismo, até mesmo Hitler admitiu ter bases nele em sua maior obra (Mein Kampf).
  • No Brasil, é comum ouvir pessoas reclamando (e com razão até) do nível de baixaria que nossa musica e nossa cultura chegou. Só que, o que muita gente se esquece é que toda essa promiscuidade teve suas origens nos estilos musicais mais tradicionais do Brasil. Se o funk carioca hoje é o que é, é porque no passado já havia quem falava de vadiagem e lascívia, me refiro aos antigos sambas, como exemplo. Os homens nas musicas já falavam em suas letras com quantas mulheres dormiam e que só queriam “encher a cara” e afins. Em outros estilos musicais como o sertaneja, coisas similares também aconteciam até mesmo entre os próprios músicos (com todo o respeito a eles).

Conclusão

Então, isso foi um pouco do que eu realmente gostaria de mostrar a vocês, de que “não há nada de novo sob o sol” (Eclesiastes 1;9). Cristo nos trouxe um reino novo e diferente justamente para convencer de que sua igreja não deve ficar sendo influenciada pelos erros humanos, sejam políticos ou sociais.

Nada surgiu por acaso e um abismo gerou outro abismo, um monstro gera outro monstro, e um erro gera outro erro e assim se cumpre a Palavra do Senhor.

Até a 2° parte!

4 de Julho: Dia da independência dos EUA.

Declaração da Independência dos Estados Unidos da América.

Hoje, 4 de julho, é comemorado o 237° ano da independência dos Estados Unidos da América. Um país que exportou sua cultura e filosofia para muitos lugares no mundo e que, inclusive, serviu de exemplo e estímulo para os outros países do continente americano que vieram a ser independentes mais tarde, inclusive o Brasil.

Antecedentes: 

Treze anos antes, em 1763, a Inglaterra havia instituído uma série de impostos e políticos que não apenas prejudicava o comércio e o crescimento econômico nas colônias, mas – sem representação no Parlamento – também violava os direitos americanos como súditos da Coroa.

Entre os anos de 1772 e 1774, foram criadas coisas como o primeiro congresso colonial e um manifesto que indicavam as Leis Intoleráveis, manifesto que apresentavam as leis injustas impostas pela coroa britânica.

A guerra da Independência:

A guerra da independência em si começou em 1775. Um ano depois, as 13 colônias concordaram em assinar a proclamação da independência dos EUA.

Carta de proclamação da independência. Atualmente ela está exposta no museu nacional em Washington.

A guerra duraria por mais 7 anos. Em 1781, o recente país proclamou sua vitória contra a Inglaterra e em 1783 aconteceu o Tratado de Paris, onde o mundo e a Inglaterra tiveram de reconhecer os EUA como nação independente.

Os resultados:

Assim como toda independência proclamada entre os séculos XVIII e XIX, fora inevitável que sangue fosse derramado. Estima-se que do lado americano (e aliados), 25 mil vidas foram perdidas em 8 anos de conflito, já do lado Inglês, 20 mil vidas foram perdidas. Esta vitória também teve influência da pregação cristã de homens como Jonathan Edwars.

Em questões militares, esta foi uma derrota humilhante para a coroa Inglesa. Fora tão devastadora moralmente que eles jamais se recuperaram dessa derrota. A Inglaterra continuaria a ser a maior potência do mundo por mais de 100 anos ainda, mas a perca do seu primeiro território na América serviram de esperança para outras revoluções que viriam a ocorrer contra a coroa.

 

Exclusivo: Novo livro revela como uma operação da KGB disseminou em países muçulmanos propaganda antiamericana e anti-Israel na década de 70, construindo a base do terrorismo islâmico contra os EUA e Israel.

David Martosko

O oficial de inteligência do bloco soviético da mais alta patente a ter fugido para o Ocidente afirma em seu novo livro que o terrorismo islâmico antiamericano tem raízes em uma conspiração secreta da KGB da década de 70 para prejudicar os EUA e Israel por meio da disseminação, em países muçulmanos, de propagandas cuidadosamente dirigidas.
 
Tenente-general romeno Ion Mihai Pacepa é foi oficial de inteligência do bloco soviético de mais alta patente a ter fugido para o Ocidente.
Yuri Andropov, chefe da KGB por 15 anos antes de se tornar primeiro-ministro da União Soviética, enviou centenas de agentes e milhares de cópias de literatura de propaganda a países muçulmanos.  “Por volta de 1972”, de acordo com o livro, “a máquina de desinformação de Andropov funcionava sem parar para persuadir o mundo islâmico de que Israel e os Estados Unidos pretendiam transformar o mundo todo em um feudo sionista”.
“De acordo com Andropov, o mundo islâmico era uma placa de Petri onde a comunidade da KGB podia cultivar uma cepa fatal de ódio antiamericano a partir da bactéria do pensamento marxista-leninista”.
 
Antes de Yuri Andropov governar a União Soviética, ele chefiou a KGB por 15 anos. Foi durante esse tempo, segundo Pacepa e Rychlak, que ele arquitetou um plano para virar Oriente Médio contra os EUA por meio da disseminação da ideia de que os EUA apoiavam os israelenses em um plano para dominar a Europa.
Essas declarações vêm do ex-tenente-general Ion Mihail Pacepa e do professor de direito da Universidade do Mississippi, Ronald Rychlak.
Em seu livro, intitulado Disinformation (Desinformação), Pacepa revela os segredos que guardou por décadas como chefe do aparato de espionagem da Romênia e da polícia secreta, o DIE, antes de receber asilo político nos EUA em 1978.
 
Ceausescu governou a Romênia com punho de ferro e recebia ordens de Moscou até sua morte em 1990. Seu chefe de inteligência fugiu para os EUA em 1978, e agora revela seus segredos da Guerra Fria em um novo livro. Ceausescu foi executado em um atentado no natal de 1989.
Andropov assumiu a KGB poucos meses após a Guerra dos Seis Dias entre os árabes e Israel em 1967, na qual Israel humilhou os aliados importantes da União Soviética: Síria e o Egito. Ele então decidiu acertar as contas treinando militantes palestinos para sequestrar aviões da companhia aérea El Al e bombardear locais estratégicos em Jerusalém.
 
Os Protocolos dos Sábios de Sião são uma falsificação russa baseada em uma peça francesa do século XIX. Andropov popularizou a ideia de que os “Sábios de Sião” estavam no congresso americano
E o que é ainda mais chocante, Andropov encomendou a primeira tradução para o árabe dos Protocolos dos Sábios de Sião, um livro propaganda forjado pela Rússia em 1905 que alegava que os judeus conspiravam para dominar a Europa e estavam sendo ajudados pelos Estados Unidos. Os Protocolos, de acordo com Pacepa, se tornaram “a base de boa parte da filosofia antissemita de Hitler”. E a KGB, segundo ele, disseminou “milhares de cópias” em países muçulmanos durante a década de 70.
 
Além da língua russa, os “protocolos” foram traduzidos para muitas outras línguas, incluindo árabe.
Antes de o presidente Jimmy Carter aceitar sua solicitação de asilo, Pacepa chefiou os serviços de inteligência da Romênia governada pelo ditador Nicolae Ceausescu, que foi sumariamente executado junto com a esposa em 1989 após um levante popular.
Em 1972, escreve Pacepa, sua agência DIE “recebeu da KGB uma tradução em árabe dos Protocolos dos Sábios de Sião junto com um ‘documentário’ material, também em árabe, ‘provando’ que os Estados Unidos eram um país sionista”. Ele foi ‘instruído’, acrescenta, a disseminar ‘discretamente’ ambos os ‘documentos’ em países islâmicos específicos.
“Durante meus últimos anos na Romênia”, lembra-se, “todos os meses o DIE disseminava milhares de cópias no seu círculo de influência islâmico. Nas reuniões que tive com meus correspondentes dos serviços de inteligência húngara e búlgara, com quem tinha relações próximas na época, descobri que eles faziam o mesmo em seus respectivos círculos de influência islâmicos”.
A KGB assumiu a “autoria secreta” por uma série de ataques contra alvos israelenses poucos anos antes de Pacepa deixar a Romênia, afirma, listando onze deles. Dentre eles está o ataque de 30 de maio de 1972 no Aeroporto Ben Gurion, que deixou 22 mortos e 76 feridos, e o bombardeio de 4 de julho de 1975 à Praça Sião, em Jerusalém, em que 15 pessoas foram mortas e 62 ficaram mutiladas.
 
Teria o terrorismo militante islâmico suas raízes em uma campanha de desinformação soviética que ligava os EUA a Israel? Ex-chefe da inteligência romena diz que sim
Pacepa e Rychlak concluem que boa parte do sentimento antiamericano no Oriente Médio e em outros lugares remonta a operações clandestinas da União Soviética, muitas nas quais ele desempenhou um papel importante.
As campanhas de desinformação do primeiro-ministro soviético Nikita Khrushchev, da era Kennedy, “aumentaram a distância entre o cristianismo e o judaísmo”, afirmam os autores. E “a desinformação de Andropov virou o mundo islâmico contra os Estados Unidos e provocou o terrorismo internacional que hoje nos ameaça”.

150 anos da batalha de Gettysburg.

Batalha de Gettysburg.

Hoje, dia 1 de Julho, é relembrada a batalha de Gettysburg ocorrida a 150 anos atrás.

A batalha de Gettysburg (1-3 de julho de 1863) foi a batalha que é considerada por muitos a maior batalha da Guerra Civil Americana (1861-1865). E também foi a batalha decisiva para ambos os lados, tanto para os confederados (CSA) quanto para a União (USA). Se os confederados tivessem vencido a batalha, teriam ganhado a guerra. O general que os comandou foi Robert E. Lee, general de muitas batalhas e medalhas, e altamente conceituado, tanto por seus inimigos quanto por seus aliados.

Robert E. Lee havia travado diversas batalhas anteriores na Guerra Civil, e obtendo vitória em todas ou quase todas (infelizmente, eu ainda não tenho essa informação com precisão). Gettysburg é uma cidade do estado da Pensilvânia, Estados Unidos. Gettysburg era decisivo para Lee, pois com essa vitória, a União sofreria uma derrota irrecuperável, e isso resultaria numa quase certa derrota na guerra inteira.

A união já havia acumulado uma série de derrotas em outros lugares, tais como em Chancellorsville, em maio daquele ano. Por essas derrotas, o exército da União estava com sua moral abalada, sem ver muitas esperanças pela frente, mas eles não tinham outra opção a não ser a única coisa que lhes restara: lutar.

A batalha durou 3 dias, sendo que os 2 primeiros dias foram de vitória parcial dos confederados. O jogo começou a virar no 2° dia quando um famoso regimento chamado “20th do Maine” tomou uma importante posição que resultou no inicio do fim para os confederados nessa batalha. No 3° dia, a união havia causado baixas tão grandes aos confederados e, aproveitando os erros estratégicos dos generais confederados, infringiram uma humilhante derrota a eles.

Com a derrota, os confederados perderam todo o apoio das potências europeias e o mito da invencibilidade de tática de Lee ruiu. Depois disso, a campanha de guerra dos confederados ruiu e não se reergueram nunca mais.

Esquerdismo, uma ideologia anti-cristã. (última parte)

 

Área educacional. Maior alvo dos esquerdistas.

 

Já dizia em Jeremias 17 que, maldito do homem que crê no próprio homem, e faz dele sua carne e seu braço… Bem, vamos refletir nisto em paralelo aos outros posts desta série (deixarei os links dos outros posts no final deste post).

Será que, diante de tudo isto que vimos, podemos ainda crer no homem? Podemos ainda crer que ele pode fazer tudo certo um dia? Poderá ele construir um mundo melhor? Não. Seria um delírio pensar que o ser humano um dia será diferente aqui na Terra pois, desde que ele existe, ele sempre foi assim (ou para os judeus e cristãos, ele é assim desde a queda de Adão).

E Ainda que você não creia em Deus e não creia também em coisas sobrenaturais, ainda assim seria um delírio se você pensasse dessa forma, sério. É um fato inegável de que o homem pensa em si mesmo e em seus interesses em primeiro lugar e para nós cristãos, cabe a cada homem que se arrependa e venha até Jesus de fato e de verdade para que não caia em tentação.

Agora para fechar esta série, farei algumas observações a respeito da ideologia esquerdista. Diante de tudo que vemos, ela é uma ideologia que se alimenta do sofrimento das pessoas mas eles camuflam isso de “sacrifício para algo melhor”.

E foi justamente esta técnica em que Antonio Gramsci foi pioneiro. Gramsci foi um político e filósofo Italiano e fora preso durante o regime fascista na Itália em 1926 por ter pregado seus ideais comunistas pelo país (mais sobre: http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Gramsci).

Mas em pesquisas que fiz e até mesmo numa análise histórica feita pelo site Mídia Sem Máscara, é retratada muito bem a farsa Gramsciana e sua fome por poder e “glória”. Depois destas análises, pude concluir que Gramsci foi grandemente usado por satanás para criar um novo contexto de socialismo, afinal o grande erro de muitos analistas e filósofos anti-esquerdismo é negar o domínio do reino das trevas sob essas pessoas e levar tudo pelo lado lógico. Isso é um erro terrível.

Gramsci que, ao contrário da política de tomada de poder através de uma luta armada pregada por Vladmir Lenin, ensinava que a melhor e mais acessível forma de domínio mundial do socialismo seria através da proliferação dessa ideologia em escolas, universidades, mídia e etc. Lenin pregava que primeiro se deveria tomar o Estado para depois difundir a ideologia pela nação, já Gramsci ensinava que isto era ineficaz que deveria se fazer o contrário, ou seja, corroer a sociedade capitalista por dentro.

 

Antonio Gramsci.

 

Alias é isto que acontece no Brasil há anos, o próprio PT é um partido de base Gramsciana assumida e Lula admitiu isso quando criou seu covil de ladrões.

O fato é que Gramsci fez o seguinte: ele “inverteu” os conceitos morais de certo e errado, ou seja não existe uma lei moral para as coisas, é tudo muito relativo (inclusive isto é pregado pelos satanistas e esotéricos). Mas se você roubar e até mesmo assassinar barbaramente em favor da revolução, não há nada de errado nisso!

O Brasil há anos está afundado em ensinamentos socialistas em escolas e faculdades. Nossa educação jaz nos moldes esquerdistas gramscianos. É constante ver por aqui esses sinais: Luta de classes, ideologias de classes e etnias, libertinagem dos jovens e desordem, graças a servos do inferno como Gramsci que viveu para pregar contra as coisas de Deus e formar pessoas que estejam contra Ele também.

O grande objetivo deles é tirar qualquer valor e referência a Deus, uma revolta doentia. E houve outras vezes que os comunistas quiseram e poderiam ter conseguido tomar o poder no Brasil como na revolução dos anos 30 e antes do golpe militar de 64.

Para terminar essa analise de 4 partes, vemos como o esquerdismo causou tamanha destruição de desordem moral, tudo a fim da “causa”. O orgulho do homem faz ele cometer loucuras e quando o questionamos, eles maquiam as coisas através de mentiras e historinhas bonitinhas, assim como Gramsci ensinou também.

 

“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir…” 
João 10:10

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. “
João 8:44

Amados, reflitam bastante nisso e lembre-se de não cair em ideologias puramente humanas que acabam negando a Deus. Por mais bonitas que elas pareçam Satanás se traveste de Anjo de Luz.

Reflitam nisso!

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Links:

Parte 1: https://ulissescondutta.wordpress.com/2012/12/21/esquerdismo-uma-ideologia-anti-crista-parte-1/

Parte 2: https://ulissescondutta.wordpress.com/2012/12/25/esquerdismo-uma-ideologia-anti-crista-parte-2/

Parte 3: https://ulissescondutta.wordpress.com/2012/12/29/esquerdismo-uma-ideologia-anti-crista-parte-3/

Esquerdismo, uma ideologia anti-cristã. (parte 3)

Ao contrário do que muitos pensam, o nazismo foi sim uma doutrina de extrema-esquerda e não de extrema-direita. Vejamos:

1- O nazismo foi a ideologia formulada por Adolf Hitler. Significa Nacional Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus). Suas origens ainda remetem a uma Alemanha antes de Hitler mas o nacional socialismo teve seu partido: o Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores ( NSDAP), que fora criado com uma série de reivindicações como a criação de um estado alemão forte, a revogação do Tratado de Versalhes, o banimento dos judeus a cidadania alemã e etc (ler mais sobre isso aqui).

2- A visão econômica nazista não era bem capitalista como muito dizem, pois o mesmo defendia grande rigor do Estado sobre a economia e o mercado alemão. 

3-Defendia a “hegemonia branca e pura da raça ariana alemã”. Segundo eles, os alemães de sangue puro seriam a raça superior predestinada para governar a Terra. Qualquer outra “raça” seria considerada inferior e indigna de viver. Pode parecer que isto não tenha nada haver com esquerdismo mas insisto em dizer que tem sim pois faz parte das ideologias esquerdistas a supervalorização de uma classe para que esta reivindique seus “direitos” (camponeses, feministas, gays e etc). Tratarei melhor disto no próximo e último post da série.

4- A Alemanha nazista foi governada por um único líder que no caso foi Hitler. Todas as doutrinas esquerdistas defendem que se haja um líder forte e convicto para dirigir o Estado de forma eficaz. (Há exceções como o esquerdismo “light” republicano e a China, que é um país comunista que nunca mais teve outro líder único depois de Mao Tsetung).

Ao contrário da sociedade judaico-cristã, uma sociedade liderada pelo esquerdismo crê na perfeição do estado. O estado não comete erros, o estado está sempre certo em suas decisões (assim como o seu líder), e por ai vai. É importante que se destaque que toda ideologia esquerdista promove o nacionalismo ou ultra-nacionalismo, que defendem as teses que citei anteriormente. Ao contrário do patriotismo tradicional das sociedades judaico-cristãs, o nacionalismo\ultra-nacionalismo põe o Estado em primeiro lugar, no lugar de Deus diga-se de passagem.

Acho que nem é preciso citar com detalhes as atrocidades que o nazismo de Hitler fez, mas ainda vale lembrar algumas delas: o holocausto que tirou a vida de 6 milhões de judeus por toda a Alemanha, a destruição e perseguição religiosa por todo o país e a própria 2° Guerra Mundial.

Há uns “sábios” por ai que afirmam que Hitler e seu nazismo possuíam fortes convicções cristãs, mas isso é falácia. Apesar de Hitler ter sido batizado católico e term dito que “fazia o trabalho do Senhor” em seu livro chamado Mein Kampf (Minha luta), o próprio Hitler que iludiu milhares de cristãos Alemães (inclusive milhares de pastores luteranos) afirmou mais tarde que “o cristianismo era uma seita derivada dos judeus, uma doença que deveria ser varrida da face da Terra…” (Um dia farei um post mais detalhado).

Mais uma vez vemos mais um monstro criado através da forma esquerdista de pensamento. Através de suas convicções e “certezas”, foi-se colhendo só desgraças. O que o homem não faz para alimentar o seu ego?

Hitler criou um exército de orgulhosos, um exército de pecadores.

Esquerdismo, uma ideologia anti-cristã. (parte 2)

E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.
Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras. 
2 Coríntios 11:14-15

Marx e Engels. Os “ministros da justiça” humanista que, juntos, criaram obras como o “Manifesto Comunista”. Marx ensinou durante toda sua vida que a religião é o “ópio do povo” e que os burgueses a usavam para controlar as massas. Afirmava também que o estado deveria suprir todas as necessidades do povo, e que o Estado deveria substituir a imagem de Deus em uma nação (e esta será sempre a lei da esquerda e do socialismo).

O século XIX foi marcado pela presença de muitos “pensadores” humanistas. Dentre estes se destacam Karl Marx e Friedrich Engels, os pais da ideologia comunista mundial. Com uma aparente boa vontade, iludiram povos e nações com seu lixo ideológico que promove ateísmo, materialismo e o fim de qualquer referência a Deus. Em um de seus poemas o próprio Marx afirmou seu ódio contra Deus e quando escreveu isto tinha apenas 18 anos:

“Desejo vingar-me dAquele que governa lá em cima

Assim um deus tirou de mim tudo

Nada me restou a não ser a vingança

Meu desejo é me construir um trono

Meus braços são possuídos de força para agarrar e triturar a humanidade.

Com a força de um furacão.Eu reduzirei o mundo a pedaços com as minhas continuas maldições.”

Importante destacar que Karl Marx era filho de judeus que depois se converteram ao cristianismo. Recebeu a oportunidade de frequentar boas escolas e viveu sua infância sem conhecer a fome ou a necessidade. Estudou Direito, Filosofia e História na Alemanha. Recebeu ensinamentos cristãos e professava ser, ele mesmo, um servo de Cristo.

Em sua juventude chegou a escrever uma obra intitulada de “Pensamentos de um Jovem antes de escolher uma Profissão”, na época em que afirmava: “portanto, unidade com Cristo internamente exalta, conforta nas provações, e abre o coração para amar as pessoas, não por causa do nosso orgulho ou por sede de fama, mas por causa de Cristo.”

Mas por alguma razão que só Deus sabe, ele decidiu dar as costas para Deus. E como se não bastasse, dedicou sua vida inteira para expulsar Deus das sociedades, afirmando ser um ferrenho inimigo dEle. Ele também escreveu outras coisas acerca disso, como:

“Eu estabelecerei meu trono em cima; Frio e terrível será o seu apogeu”

Se você conhece bem o evangelho, isso não lhe soa familiar? Lúcifer afirmou isto antes de se rebelar contra Deus:

“Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” Isaías, 14:13,14

Como diz o evangelho: satanás se disfarça de anjo de luz, e não foi diferente com Marx. Marx , usando seu drama emotivo, conseguiu atrair milhares pela luta a favor da ditadura do proletariado, uma revolta marcada pelo ódio e pelos exageros de informações da sociedade judaico-cristã e por mentiras.

E a semente de Marx e cia foi plantada, crescendo em uma velocidade incrível. O primeiro país a adotar o comunismo como forma política e social foi a Rússia, se tornando assim a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). A URSS fez muito bem o trabalho ensinado pelos seus pais: Tirou qualquer referência a Deus da sociedade, apagou a fé de milhões, destruiu igrejas , matou cruelmente milhares de cristãos e por ai vai. Não é de se estranhar, pois pelos frutos se conhece a árvore.

Mais tarde, outros países abraçaram o comunismo como a China, Coréia do Norte e Cuba, e estes também fizeram as mesmas obras dos seus pais, trazendo miséria e desgraça. Mas lutaram e lutam por uma mentira, lutam pela injustiça, lutam pela morte, lutam contra Deus.

Eu poderia citar muitas outras coisas mas com o tempo irei fazer mais referências, e assim quero lhes mostrar mais um exemplo da desgraça esquerdista, que faz parte do Reino das Trevas.

Atualização: Esqueci de citar que o comunismo mundial ceifou 120 milhões de vidas, de vários povos e de várias crenças.

Pr. Daniel Batista - Igreja Cenáculo da Fé

Maranata!! Ora vem Senhor Jesus!!

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Meu blog pessoal. Fatos históricos, cotidiano, reflexões, curiosidades e fé cristã.

Julio Severo

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